Marcel Proust (3)

         O prazer não é mais do que a realização de uma apetência prévia e que não é sempre a mesma, que muda segundo as mil combinações da ilusão, os azares da memória, os estados d’alma, a disponibilidade dos desejos, dentre os quais os últimos atendidos descansam até que haja sido esquecida a decepção de seu cumprimento.

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