Diogo Mainardi

Até aquele momento, eu sempre pensara que, se meu filho permanecesse em estado vegetativo, eu esperaria que ele morresse.

Depois do primeiro contato com Tito no corredor do claustro do hospital de Veneza, tudo se transformou. Eu só queria que ele sobrevivesse, porque eu o amaria e o acudiria de qualquer maneira.

Entre a vida e a morte, aferrei-me à vida.

(“A queda – As memórias de um pai em 424 passos”)