Concursos

Bibliografia básica de português para concursos

1) Antônio Suárez Abreu. Curso de Redação. Ática. 2) Carlos Alberto Faraco e Cristovão Teza. Oficina de texto. Vozes. 3) Celso Cunha e Lindley Cintra. Nova gramática do português contemporâneo. Nova Fronteira. 4) Cilene da Cunha Pereira, Edila Vianna da Silva, Maria Aparecida Lino Pauliukonis & Regina Célia Cabral Angelim. Nova gramática para concursos: praticando a língua portuguesa. Lexikon.    5) Celso Pedro Luft. Grande manual de ortografia Globo. Globo. 6) Dad Squarisi e Arlete Salvador. A arte de escrever bem. Contexto. 7) Dileta Silveira Martins e Lúbia Scliar Zilberknopp. Português instrumental. Sagra Luzzato. 8) […]

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Tribunal de Justiça/PB – separação silábica

Fernanda Paz quer saber se há resposta para a questão abaixo, queapareceu em concurso para Analista Judiciário do Tribunal de Justiça da Paraíba:   Analise as proposições como verdadeira (V) ou Falsa (F):   I– O grupo de palavras /técnicos/vestígios/denúncias/servidores/ é representativo de encontros consonantais que se separam. II- Os termos /folha/Maranhão/reflexo/tribunal/ identificam-se como dígrafos quenão se separam. III– Os termos /inclusão/presidente/duplicidade/público/ ilustram a presença deencontros consonantais que não se separam. IV– A seqüência de termos excesso/pagamento/irregularidades/excelência é constituída de dígrafos que se separam.   A alternativa correta é: a) F-V-V-F.      b) F-F-V-V.       c) V-V-F-F.         d) V-F-F-V.       e) F-V-F-V. **** Cara Fernanda, a Banca divulgou como resposta para essa questão aalternativa b, considerando verdadeira a proposição IV. Ocorre que, na palavra “pagamento”, os componentes do dígrafovocálico “en” não podem se separar. Certamente consideraram que o “n” e o “t” estão em sílabas diferentes (pagamen-to), no entanto o “n” aí não é consoantemas apenas um símbolo de […]

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Entrevista a Silvana Cibelle

Chico Viana é professor aposentado da Universidade Federal da Paraíba e doutor em Letras pela UFRJ, com tese sobre o paraibano Augusto dos Anjos. Entre 1994 e 2000, compôs a banca de elaboração do vestibular, na COPERVE – UFPB, onde também elaborou provas para concursos (TRE, TJ, etc.) e para o Processo Seletivo de Transferência […]

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Funrio – Paralelismo

Cláudia Campos, de Brasília (DF), quer que expliquemos uma questão de recente concurso para o Ministério da Justiça, elaborado pela Funrio. A banca pede que o candidato aponte qual das alternativas seguintes explica a ausência de paralelismo que ocorre no texto abaixo:   Medidas adotadas para se evitar o desaparecimento   – Orientar os filhos a não aceitarem […]

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FCC Articulação de elementos circunstanciais

Em recente prova elaborada pela Fundação Carlos Chagas, a banca transcreve a seguinte passagem de um texto de Paulo Neves: “De longe alguém diria que (os cavalos) estão beijando a terra,// tal a devoção e o cuidado ao comer”. Depois de dividir os segmentos por barras, pergunta como eles se articulam na frase. Eis as alternativas: a) um fato e uma  hipótese; b) uma condição e seu efeito; c) uma tese e sua antítese; d) uma particularização e uma generalização; e) uma conseqüência e sua causa. O que aí está em pauta é a relação entre termos principais e acessórios daoração – os chamados adjuntos, que geralmente indicam circunstâncias. Ofragmento “tal a devoção e o cuidado ao comer” constitui a causa de se acharque os cavalos estão beijando a terra. Esta impressão é, pois, uma consequência. E a resposta correta encontra-se na alternativa e.

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FCC Correlação de modos e tempos verbais

Quem estiver se preparando para o concurso do TRE deve estudar comcuidado um importante tópico de morfologia: correlação dos modos e temposverbais. O assunto tem aparecido com freqüência nas provas elaboradas pelaFundação Carlos Chagas. Ele foi, por exemplo, objeto da questão 8 em recente concurso para o MPU. A Banca perguntava em que frase estava adequada a correlação dostempos verbais. A opção correta era a letra a: “Nenhum inseto acabaria aprisionado numateia, caso esta não tivesse sido tecida com tanto engenho e arte”. O futuro do pretérito (acabaria) correlaciona-se com o mais-que-perfeito do subjuntivo passivo do verbo “tecer” (tivesse sido tecida). Esseúltimo tempo indica um fato hipotético anterior a outro.

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Cespe, vírgula e coerência

Transcrevemos abaixo a questão 3 de recente prova elaborada pelo Cespepara ingresso em funções de nível superior no município do Ipojuca. O candidato deve primeiro ler o fragmento abaixo: “(O termo sinergia) também se refere à ação cooperativa de elementos, que resulta em um efeito global maior do que todos os elementos tomados separadamente.” A banca […]

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O hífen após o Acordo Ortográfico (1)

O ponto mais polêmico da reforma ortográfica é, sem dúvida, o uso do hífen. Muitas das propostas apresentadas no recente Formulário Ortográfico sãoincoerentes. Não se entende, por exemplo, a retirada do traço-de-união empalavras como “tomara que caia”, “bumba meu boi”, “faz de contas”, “Maria vaicom as outras”. O hífen distinguia, nessas expressões com verbo, os enunciadosoracionais daqueles em que o conjunto tinha um sentido específico. Era umidentificador ao mesmo tempo morfológico e semântico. Uma coisa é dizer que “Maria vai com as outras”, considerando Mariasujeito de um predicado verbal. Outra é afirmar que “Fulana é maria vai com as outras”, ou seja, não tem opinião própria. “Tomara que caia” constitui um período composto e tem valor optativo. É o que um homem pode exclamar diante de uma peça do vestuário feminino queparece em via de cair, desnudando o que estava precariamente coberto. A expressão tem outro sentido quando se diz, por exemplo, que a moça está usandoum “tomara que caia”. Enfim, está lançada a confusão. […]

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O hífen após o Acordo Ortográfico

A versão recente do Vocabulário Ortográfico traz decisões da AcademiaBrasileira de Letras para lacunas do Acordo. Eis como ficou a grafia de algumaspalavras e locuções:                          ANTES                       AGORA dia-a-dia (substantivo) dia a dia (locução adverbial)  dia a dia (substantivo e locução  adverbial) fim de semana (locução substantiva) fim-de-semana (equivalente ao inglêsweekend) fim de semana (em qualquer sentido) à-toa (substantivo), à toa (advérbio) à toa (substantivo e advérbio) bico-de-papagaio (formação óssea earbusto) bico de papagaio (formação óssea) bico-de-papagaio (arbusto) não-alinhamento, não-agressão,quase-delito (substantivos) não alinhamento, não agressão,quase delito (substantivos)  

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Conjugação do verbo “ver”

O concursando Saulo Gomes discorda do gabarito da questão abaixo, queapareceu em recente prova de concurso (a banca deu como correta a alternativa E; o candidato marcou a alternativa D, e nos pede um esclarecimento):   “Assinale a alternativa cujos verbos preenchem, correta e respectivamente, asfrases a seguir: – Se o motor do veículo ……….. a temperatura alta, leve-o à oficina mecânica. - Quando você ….. o motorista, informe-lhe os novos endereços do Tribunal deJustiça.   (A) manter … ver.                       (B) manter … vir.              (C) manter … viu.         (D) mantiver … ver.                     (E) mantiver … vir” **** Prezado Saulo, infelizmente a alternativa que você marcou está errada. O verbo“ver” é irregular forte, ou seja, tem o radical do perfeito do indicativo diferente doradical do infinitivo. No infinitivo aparece a vogal “e” (ver); no perfeito, aparece a vogal“i” (vi). Do radical do perfeito (vi) derivam-se três tempos: o mais-que-perfeito do indicativo(vira), o imperfeito do subjuntivo (visse) e […]

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