O concurso para o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) oferecerá vagas para técnicos e analistas conforme a seguinte distribuição:

       Para o nível superior, cargo de Analista Judiciário, as oportunidades estão distribuídas entre as especialidades Judiciária (38 vagas), Administrativa (Cadastro Reserva), Assistência Social (Cadastro Reserva), Pedagogia (1 vaga), Psicologia (Cadastro Reserva), Contábeis (10 vagas), Analista de Suporte (Cadastro Reserva), Analista de Sistemas (Cadastro Reserva) e Oficial de Justiça (Cadastro Reserva). O salário inicial será de R$ 5.502,12.

         Já para o nível médio, cargo de Técnico Judiciário, as vagas serão distribuídas entre as áreas Judiciária (57 vagas), Programação de Computador (01 vaga), Suporte Técnico (02 vagas) e Administrativa (Cadastro Reserva). O salário será de R$ 4.222,45.

                                                              A banca de elaboração

        A confecção das provas estará a cargo do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), que foi criado por um grupo de profissionais e executivos preocupados com a responsabilidade social. A elaboração de provas de concursos é um dos meios que utiliza para conseguir fundos e complementar o orçamento. Suas provas são compostas por questões objetivas, de múltipla escolha, e cada questão tem quatro alternativas com apenas uma resposta correta. A banca costuma vincular os textos das provas aos cargos a que os candidatos se habilitam.

 

        O IBFC já elaborou concursos para o Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro (TCE-RJ), o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) e o Ministério Público de São Paulo (MPSP).

         A banca não tem a tradição das chamadas grandes (FCC, FGV, Esaf etc.), o que  vem gerando certa expectativa. Ela costuma elaborar dois tipos de questões: objetivas e discursivas. Estas últimas podem se apresentar sob a forma de um tema a ser desenvolvido ou de tópicos.

          Quando a banca dá o tema, apresenta também textos motivadores, que delimitam o foco temático. Nesse caso o propósito é avaliar também a capacidade de leitura do aluno. A compreensão das ideias contidas nos textos motivadores é essencial para que ele mantenha a fidelidade ao tema. O candidato jamais os deve copiar, mas pode aproveitar informações contidas neles para se posicionar quanto ao tema e orientar a argumentação. A Prova Discursiva terá cunho eliminatório e classificatório; será eliminado quem não perfizer no mínimo 60% (sessenta por cento) do total de pontos.

                               FIQUE POR DENTRO DA PROVA  

1 – A maior parte das questões está representada por compreensão e interpretação de textos. O candidato deve captar as ideias principais e reconhecer os recursos de que o autor se serve para manifestar determinadas intenções ou aumentar a expressividade.

2 – Entre os assuntos mais cobrados, estão: pontuação (vírgula, ponto), análise sintática, classificação morfológica dos vocábulos, semântica (conotação e denotação).

3 – A banca gosta de apresentar gêneros leves e atuais, como a crônica, cuja linguagem tende a promover uma maior aproximação com o leitor. São textos, muitas vezes, em que se percebe a tensão entre o registro formal e o coloquial (com ênfase neste).

4 – Quanto ao tema de redação, pode ser genérico ou mais específico. Neste último caso, enfoca algum tópico ligado à área em que o candidato faz concurso.

5 – A banca cobra do aluno um texto dissertativo-argumentativo, no qual o candidato deve defender um ponto de vista utilizando argumentos consistentes (provas, razões, citações, exemplos etc.)

6 – Um dado importante é que, na avaliação redacional, atribuem-se mais pontos ao uso da língua do que ao conteúdo. Para obter uma boa nota, o candidato deve demonstrar conhecimento gramatical; usar com precisão as palavras; ordenar vocábulos, períodos e parágrafos de modo a assegurar clareza e progressão ao texto.

 

                                                           Programa

1 Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados.

2 Linguagem verbal e não-verbal.

3 Reconhecimento de tipos e gêneros textuais.

4 Domínio da ortografia oficial.

5 Domínio dos mecanismos de coesão textual.

5.1 Emprego de elementos de referenciação, substituição e repetição, de conectores e de outros elementos de sequenciação textual.

6 Conhecimento linguístico

6.1 Emprego de tempos e modos verbais.

6.2 Domínio da estrutura morfossintática do período.

6.3 Emprego das classes de palavras.

6.4 Relações de coordenação e subordinação orações e entre termos da oração.

6.5 Emprego dos sinais de pontuação.

6.6 Concordância verbal e nominal.

6.7 Regência verbal e nominal.

6.8 Emprego do sinal indicativo de crase.

6.9 Colocação dos pronomes átonos.

7 Estilística/Semântica

7.1 Reescrita de frases e parágrafos do texto.

7.2 Significação das palavras.

7.3 Substituição de palavras ou de trechos de texto.

7.4 Reorganização da estrutura de orações e de períodos do texto.

7.5 Reescrita de textos de diferentes gêneros e níveis de formalidade

7.6. Figuras de linguagem.

    Mais informações em http://www.ibfc.org.br/concurso/concurso_selecionado/309