“…a solução para escrever algo que não vai dominar o caos plenamente, de modo lógico e exaustivo, é escrever mesmo assim e, ao terminar, descobrir que o mundo não se acabou. Uma maneira de fazer isso é iludir a si mesmo e se forçar a pensar que o que você está escrevendo não tem importância e não faz diferença nenhuma – uma carta para um velho amigo, talvez. Eu sei como iludir a mim mesmo, mas não sei como os outros podem fazer isso. Então meu conselho para por aqui. A única forma de começar a nadar é entrando na água.” (em “Truques da escrita: para começar e terminar teses, livros e artigos”)